• Serra da Mantiqueira {Passa Quatro, MG, Brasil}
  • Caxambu {Passa Quatro, MG} / Homeland!
  • Caxambu {Passa Quatro, MG}
  • Verdura sem par {Passa Quatro, MG} / Green Homeland!
  • Visto do Caxambu {Passa Quatro, Mg}
  • …da antiga RMV {Pinheirinhos/Passa Quatro, MG}
  • Perfil da Mantiqueira {Passa Quatro, MG}
  • Solar da Fam. Bustamante {Passa Quatro, MG}
  • …da RMV - hoje só pra Turismo {Passa Quatro, MG}
  • antigo Seminário Salesiano
  • Universidade Salesiana {Lorena, SP}
  • São Paulo, Capital - anos 60
  • Praça da República - anos 60 {SP, Capital}
  • Dois símbolos - anos 60/70 {SP, Capital}
  • Praia José Menino {Santos, SP}
  • Praia do Sino / Guarapocaia {Ilhabela, SP}
  • Leonhardskirche (Frankfurt a. M., Alemanha)
  • Dreikönigskirche - Mainkai {Frankfurt a. M.}
  • Frankfurt Westend - Rothschildpark / Mein Leseplatz
  • Rua no Centro de Frankfurt
  • Primeira morada em Frankfurt {my 1st place in Germany}
  • Vista geral do centro histórico {Cityview}
  • Vista noturna desde o Castelo
  • Ruínas do Castelo
  • Hirschberg an der Bergstraße
  • Outra vista do povoado / just another view
  • Esquina com casas típicas {Fachwerkhäuser}
  • Cores outonais, vistas de nosso salão / Autumn colors {from our bay window}
  • Olha o inverno! Carece limpar a calçada! / Oh… got to shovel!
  • A primavera invadindo nossa casa! / Springtime!
  • Casa verde nº 6 {Lindenstr.}
  • Um toque tropical no jardim! / Tropics in the garden!
  • Pra passear! {Hirschberg} / So many vineyards!
  • Caminhar é preciso! / The pleasure of walking … down!
  • Monte Alto {da Praia de Riazor}
  • Orzán e Riazor {vistas de Monte Alto}
  • …quando a noite desce! / Abenddämmerung!
  • Torre de Hércules, o melhor passeio! / Lieblingsspaziergang!
  • Fachada do Obradoiro e Pazo de Raxoi {parte traseira}
  • Vista da Baía {desde Cangas}
  • Praia dos Alemães, ao fundo as Ilhas Cíes!
  • Nossa praia / “our” beach!

Meus lugares

Pode-se dizer de um nômada… que tem um lugar? Por sentir-me nômada [ou vagamundos, globe-trotter, em língua de gringo],
o possessivo do título acima carece de sentido.

Lugares sim, para mim são vários: 3 países —primeiro o Brasil, claro, terra natal— longe como o diabo e no entanto perto,
demais da conta, carrego comigo dia e noite, no fundo da retina, no coração, em sonhos, no jeito de ser.
Brasileiro que é brasileiro não tem jeito pra outra coisa, não muda, não se ajeita, vai e disfarça mas no fundo é o que é, eta país,
eta povo. A gente muda de ar, atravessa fronteiras, se enrola em outras línguas e mentalidades, mas o cerne não se altera, sofre
saudade e o sentimento da terra vai se sedimentando, vai criando raízes, fora do Brasil sou mais brasileiro que antes. Oxa!

Outros países, onde passei meses, anos, décadas de vida, entrementes até mais que no Brasil: a Alemanha (quem diria?), meca
da ópera, e além disso também peregrinando por outros, claro… raízes só mesmo virtualmente!
Oropa, França e Bahia [ê Ascenso, ê seu Mário, ê Manueis!] e sonhando com Pasárgada – agora por fim a Espanha, terra nova, de
ascendentes históricos e da segunda metade. Destinação.

Quem sabe onde vamos parar. Tem importância o lugar, com o passageiros que somos?
Não dramatizo. Tomo nota e, como dizia Rosalía de Castro, vamos bebendo.

Lugar, lugar de verdade, é estado de espírito. A língua-mãe. Às vezes. Nem sempre.
Pra mais não dá. Já entraremos em detalhes, se for o caso.